domingo, 2 de janeiro de 2011
Passar de ano
Esta passagem de ano, trouxe-me outro sentimento.
A sensação de não querer que este ano me tire ninguém à minha vida.
Eu não tenho medo de ficar doente, apenas não quero que ninguém dos meus fique doente.
Porque desta vida apenas levamos amor e tudo o que dele conseguimos aprender, perder alguém que amamos é sempre uma parte de nós que temos que transplantar para sobreviver, e eu não quero passar por isso.
Este ano novo que acaba de chegar não me trás a sensação de começar de novo, apenas a certeza que escolhi bem a pessoa a ter a meu lado, com quem iniciei uma família.
Porque estar nos teus braços me basta.
Sentir o teu calor, o teu carinho.
Conhecer a tua amizade, a tua lealdade.
Sentir o teu amor que me protege.
Conhecer o meu amor por ti preenche cada pedaçinho da minha alma.
Este amor tão profundo comove-me, porque sei que sem ti a minha vida perderia sentido
Sinto que cheguei a um patamar de perfeição e isso assusta-me.
Ver pessoas a sairem da vida umas das outras, faz-me pensar no que seria da minha vida sem ti e o medo de te perder faz-me querer ter-te sempre aninhado a mim.
A 2011 apenas peço que me deixe estar, assim agarradinha aos meus.
Que com eles tenho força para enfrentar a falta de dinheiro, o contar os trocos para comer, o sonhar com a certeza que o adquirido para uns é o que agradeço diáriamente.
Deixai-me estar com os meus saudáveis, que a felicidade faço-a eu em cada gesto!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Constatação
Observem, minha gente, observem!
Está lá, só que não quer é que não vê...
Joguem tranquilamente, mostrem-se aliados, criem armadilhas, e ganhem provas.
Não passem logo para a reacção, perdendo o rumo e assim a razão.
Em primeiro lugar estão os nossos filhos, e os filmes? os filmes são feitos de muitas histórias verdadeiras, umas mais fantasiadas do que outras, mas verdadeiras em algum ponto.
Vale a pena pensar nisto
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Riqueza
Sinto-me rica
Sinto que tenho imensa experiência de vida
Sinto que respeitei sempre o que aprendi
Aprendi a observar
Aprendi a saber ouvir
Saber ouvir obrigou-me a ceder
Ouvir ensinou-me experiências de outros
Se há quem jure a pés juntos que, aprendemos mais e melhor sempre que passamos por uma privação, por um sofrimento, eu, tendo em conta a minha experiência de vida... acredito.
Mas não é meu costume acreditar piamente em todos os estudo psico-sociais, aliás levei toda a minha vida a fazer prova viva de mim mesma, que estão errados muitos desses testes e estudos.
Para além da educação que recebemos dos nossos pais, existe a educação que recebemos de todas as outras pessoas. Há que absorver o melhor de cada uma, há que saber fazer esse discernimento.
Eu eduquei-me muito bem.
Eduquei-me a aprender com a vida, ou seja, com as pessoas, não o que elas me ensinavam mas sim o que elas já viveram e como isso as influenciou, que tipo de sentimentos lhes provocaram no seu eu.
Então, misturo o que é meu, com o que é delas e obtenho uma forma de estar, que respeita acima de tudo a essência da vida, o respeito pela vida humana, pelas pessoas, pelos seus sentimentos.
Saber observar
Saber ouvir
Saber respeitar
Elevam-me a alma
Deixam-me orgulhosa de mim mesma
Hoje com quase 31 anos leio o meu diário de quando tinha 8 anos e assusta-me aquela maturidade, aquela forma de justiça, aquele sofrimento infantil, aquela conclusão tão certa e tão inapropriada para a idade...
É tão estranho... Aquela necessidade de me esconder de tudo o que era natural para crianças da minha idade, de me proteger, como se toda aquela minha vida fosse apenas um caminho dentre tantos que ainda tinha para consumir.
Hoje em dia já até há estudos sobre estas crianças diferentes, eu prefiro ver-me como alguém que procura neste tempo de vida, alcançar o seu eu melhor, para que beba desta oportunidade o meu bem estar de cariz universal.
Sempre acreditei mais no que poderia aprender com as pessoas, do que com livros dos quais não via propósito imediato palpável para o meu futuro.
O tempo de nos darmos às pessoas.
Dar sem ânsia de receber.
Ajudar apenas com o intuito de melhorar a dor de alguém.
Um dia gostava de escrever o livro completo da minha vida... mas seria um desgaste tremendo, daí que ainda nem o tenha conseguido sequer começar.
Mas talvez fosse importante ensinar aquilo que bebi dos outros, talvez conseguisse ensinar alguém a saber ouvir melhor, ou saber olhar e ver aquilo que os julgamentos mundanos e exteriores tantas vezes não nos deixam ver.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Mundos diferentes
Mundo Maternal
O Afonso está no percentil 95 em altura e em peso.
Algo que me deixou muito orgulhosa do meu mini-ratinho que quando nasceu vestia roupa para prematuros.
Surpreende-me a sua capacidade de cálculo e raciocínio.
O Rafael está no percentil 50 em altura e um pouco acima no peso. Se bem que eu acho que neste último mês ele cresceu e diminuiu o volume da barriga.
No 2º período baixou dois 4, o que lhe valeu a proibição de PC e PS2, até ao final do ano lectivo.
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Mundo Pessoal
Tenho andado longe da minha piscina.
Tenho andado absorvida com o enxoval da minha prima, com a preparação do seu quartinho, montagem do mobiliário, compras, trocas, reclamações... gosto particularmente de poder escolher, de poder aconselhar e de ser ouvida. A pintura que fiz no seu quarto deixou-me mais satisfeita do que imaginava!
Melhor ainda é não sentir nostalgia da altura em que estive grávida :)
Está em falta o acabamento da pintura da sala da minha avózinha.
Tenho andado desmotivada com o meu corpo, com a falta de iniciativa e de energia, com o vazio profissional...
Quer dizer... nada que uns belos dias de Sol não ajudem a suportar!
partilho convosco algo sublime http://nataliajuskiewicz.com/ um violino no fado - ouçam
quinta-feira, 11 de março de 2010
Porque

sábado, 5 de dezembro de 2009
Fantasias
Sonho acordada
Sonho vidas irreais com pessoas reais
Sonho situações possíveis numa realidade fantasiada
Falo sózinha
Tenho conversas com os meus sonhos
E gosto
Gosto deste meu segredo
Não tenho medo de mudanças
Apenas tenho que ponderar as condições para essas mudanças
Existem alturas em que me sinto mais lucida
E vivo apenas a minha vida real
Outras alturas sonho acordada
Uma vida que estaria disposta a ter.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Desânimo profissional
busca... numa busca pela tranquilidade, pela segurança e pela estabilidade.
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Sinto-me francamente matura, conhecedora da minha capacidade telepática e sensorial e aceito-me assim. Encontrei-me como pessoa, mas perdi-me como humana.
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É francamente difícil viver num mundo, onde todos os dias se vão perdendo as boas vontades interiores em prol, do embelezamento exterior.
Canso-me desta precaridade mundana, irrita-me o tom exagerado dado a certas situações...
Anseio conseguir entrar plenamente no barco desta obrigação materialista, para o nosso bem financeiro.
Quando, finalmente, me revejo em peças deste puzzle, sou bombardeada com rasteiras... mas volto a levantar-me com uma capacidade interior ainda maior do que antes, o que me surpreende e me desanima ao mesmo tempo, pois vi que me dei sem ver, a um "quem" que nunca deve ter sentido a dor de ter que contar moedas para encher a barriga dos filhos...
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Maternidade independente
Vivo por mim primeiro.
Tenho uma necessidade humana de me sentir independente deles, de me sentir mulher, de me sentir livre.
Gosto de ir passear sem eles, de ir ao café sem eles e demorar horas por lá na conversa.
Amo ir ao cinema sem eles, ver os filmes que eu gosto.
Delicio-me no silêncio de uma tarde quente deitada nuns lençóis frescos.
Perco-me na sensação prazeirosa de não ter preocupações com as refeições.
Sinto saudades de quando não tinha responsabilidades domésticas.
Não sou uma mãe possessiva, egoísta, imatura, presunçosa, irreflectida, distante nem sufocante.
Sou eu mesma cheia de defeitos aos olhos de certas mães e carregada de virtudes aos olhos de outras mães.
Ser mãe é uma ascensão da alma.
Creio nisso como um ensinamento da vida.
Renasce-se quando se empurra para fora no nosso corpo, parte da nossa alma.
Ninguém pode ficar indiferente a este turbilhão de sentimentos.
A maternidade é algo extremamente carnal e forte.
Não termina quando as nossas crias aprendem a gostar de algo diferente do nosso gosto, nem quando simplesmente querem seguir o seu caminho, tenha ele os pedragulhos que tiver.
São nossas crias mas ao pari-las demos-lhes o direito a ter vida própria, independente.
Saber largá-las quando chegar a hora é uma mais valia para o seu desenvolvimento físico e psíquico, seja em que idade for.
Precisamos largá-los para poderem caminhar sózinhos.
Precisamos largá-los para aprenderem asneiras.
Precisamos largá-los para poderem pensar.
Afinal somos todos independentes uns dos outros.
Mas isso não quer dizer que sejamos menos importantes uns para os outros, não.
O homem que eu escolhi para namorar, para entregar a minha virgindade, para ser pai dos meus filhos, para ser meu amigo, meu companheiro, meu amante, disse-me ainda andávamos nós nas pesquisas corporais que -- "a minha liberdade termina quando a tua liberdade começar e a tua liberdade termina quando a minha começar".
Também nesta relação matrimonial a independência tem o seu lugar de mérito.
Eu preciso do meu espaço, do meu tempo. Ele precisa do dele.
Como casal temos uma liberdade não só de espírito como também de convivência.
Claro que nos persegue uma confiança e uma amizade que nos garante a segurança amorosa necessária para aceitar o espaço independente um do outro.
Creio ser primordial numa relação.
Não consigo aceitar que se vive em função de... filhos ou de maridos.
Vivemos por nós mesmos, por nos aceitarmos, por evoluirmos pessoalmente e profissionalmente, por sabermos viver em sociedade, por sermos mais!
Só sendo mais qualquer coisa, é que poderemos estar aptos a dar aos outros pedaçinhos da nossa experiência, para podermos passar o testemunho e aproveitar esta divisão de papéis que a vida nos propõe.
Viver em função de alguém é escondermo-nos numa vida que não é nossa.
Os filhos crescem e saiem da barra na nossa saia, os maridos perdem-se na nossa passividade e não nos reconhecem, quando só olhamos para eles após perdermos os filhos já adultos e, prestes a quererem viver de forma independente da nossa.
Valerá a pena viver em função de alguém, neste mundo que roda sem parar e nesta vida que acaba sem avisar?
Eu amo os meus filhos, não preciso de o justificar nem de o demonstrar a toda a hora em público. Não vivo em função das opiniões alheias. Vivo em função da minha auto estima, do meu propósito nesta vida e disto fazem parte cada pedaçinho de alma que entrou no meu caminho, seguindo lado a lado comigo, seja por laços familiares, carnais ou emocionais.
Viver é aprender.
Aprender não é ler nos livros. É viver a vida com todas as suas amarguras e risadas, sem estar amarrada a nenhuma outra vida.
Viver não é nos escondermos atrás da vida dos outros, achando que assim nunca se irão esquecer do quão são importantes para nós.
É tão bom descobrir que viver não é esquecermo-nos do que e de quem nos rodeia, é sim percebermos que somos importantes para quem amamos e para quem nos ama, dentro do espaço/ liberdade de cada um.
terça-feira, 31 de março de 2009
Estado - o falso amigo
- A ti que estás desempregado ele dá-te até 500€/mês para continuares desempregado e poderes pagar o teu empréstimo habitação. Não! ele não se importa que recebas de subsídio de desemprego 1.200€. Ele dá-te, tem fé que ele ajuda-te!
- A ti que recebes este bónus de até 500€/ mês até durante 2 anos, terás que depois de passado esse tempo de "bónus" ressarcir o Estado vitalíciamente, nunca te esqueças ele está sempre contigo nos bons e nos maus momentos.
- Ele é teu amigo porque não quer saber quantos filhos tens para alimentar, quando estás desempregado, nem se o puto solteirão e sem dependentes do teu vizinho recebe o triplo de subsídio de desemprego que tu recebes, muito menos que nem tenhas direito a apoios financeiros para a educação dos teus filhos.
- Ele não se importa com a taxa injusta, estupida e cega com que se rege o subsídio de desemprego, porque ele é teu amigo, não é o teu 2º tituldar da conta.
- Ele está-se nas tintas se aquele cigano vive há 9 anos com o subsídio de desemprego, a mulher com o subsídio de reincerção social e os filhos com os subsídios de educação e de alimentação e que não façam nada de útil e/ou produtivo para a sociedade.
- Ele é teu amigo e trás ainda mais crianças para as escolas dos teus filhos. Crianças que viajam com tudo-incluído porque o pai apresentou rendimentos no nosso país e a mãe ganha 7€/hora e não apresenta no IRS. Já imaginaste como é bom para os teus filhos, aprender como é ter na escola vândalos malcriados com o dobro da idade deles no mesmo ano lectivo que eles, que comem à conta do Estado, têm livros sem pagar um único euro e podem ver pornografia e encitar os teus filhos a molestar, por apenas 5€/ mês no belo do Magalhães?!
- AGORA CALA-TE E PENSA "O ESTADO É MEU AMIGO"
- FALA ALTO "O ESTADO É MEU AMIGO"
- MAIS, MAAAAIS ALTO "O ESTADO É MEU AMIGO"
- AGORA GRIIIITA "O ESTADO É MEU AMIGO"
- TOCA A PULAR E A GRIIITAR "O ESTADO É MEU AMIGO"
Continua a fazer isto em todo o lado a toda a hora, assim tu irás conseguir entrar num local onde tens cama, comida e roupa lavada, subsídio todos os meses, os teus filhos têm a escola e a alimentação paga pelo teu Amigo, o teu marido recebe um abono bom do teu Amigo e uma vez por mês Ele dá-te um 13º mês para as prendas de Natal. Melhor que tudo é poderes ir a casa ver os teus filhos, com um motorista, as vezes que tu quiseres.
Ahhh e se adoeceres não te preocupes que ele paga-te tudo!!
Afinal ELE É TEU AMIGO, apenas tens que saber viver com ele!
Hei! Isso não significa que tenhas que ser produtivo para a sociedade...
VÊ LÁ SE APRENDES A VIVER EM PORTUGAL!
Olha que há gente com menos currículo do que tu, que já aprendeu que aqui só se safa quem tiver escola da vida!
NÃO ACREDITES QUE NA ALTURA DOS TEUS FILHOS VAI SER DIFERENTE... só tende a piorar.
Até 1974 havia gente preocupada com a falta de liberdade, hoje o excesso de liberdade dá aos nossos governantes (seja de que cor forem) o poder de nos roubar, escravizar e paralizar.
terça-feira, 17 de março de 2009
Surpresas
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
"Natalando"
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Apontamentos meus
Estou bem como estou, gosto muito do meu emprego, da responsabilidade, da movimentação, da confiança... gosto.
Esta fase de ser mãe de um rapaz com quase 10 anos e de um miudo de 4 anos, consegue-me preencher de tal forma que não tenho qualquer vontade ou necessidade de ter outro filho.
Já estive em uma ou duas situações onde não era suficientemente feliz com o meu trabalho, e quando a vontade de ter outro filho era quase uma necessidade física e emocional.
Ter 2 filhos prencheu-me bastante como mulher.
Tenho a meu lado um marido que me ama e que me faz sentir amada, que se esforça por melhorar, que é extremamente humano e verdadeiro, no qual tenho toda a confiança especialmente como amigo.
É preciso focar as pequenas coisas, detalhes quase minúsculos mas que preenchem o nosso dia-a-dia, para nos considerarmos felizes.
Suficientemente felizes para nos amarmos e deixarmos que nos amem, de coração aberto.
Sentir e ouvir são sentidos demasiado importantes para que deixemos de lhes dar ouvidos.
Se pensarmos bem, bem... a felicidade humana resume-se a sensações, merecedoras para qualquer pecador com a grande diferença na sua evolução interior, dependendo do seu grau de evolução é baseada a forma de se focar em si mesmo mais do que focar-se na vida alheia... é aqui que reside o segredo.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Renascer
Basta-me dizer que será um início do meu segundo blog.
Finalizado o "Para Os Meus Amores", nasce o "2 vezes".
O "2 vezes" é tudo o que na minha vida passou a ser mais do que um.
Seja a forma de pensar, repensando.
Seja a forma de amar, amando.
Tudo mais do que uma vez.
É bom chegar a um patamar de experiência de vida em que nos sentimos crescidos, mesmo que nos lembremos constantemente das crianças que fomos.
Ter um objectivo de vida íntimo e pessoal.
Saber para onde ir, conduzir um barco, gerir uma casa.
Maturidade é algo que cresce e se transforma diáriamente.
Gosto de me olhar e ver-me criança, gosto de me ver e sentir-me adulta.
O balancear da situação é o prazer que a vida me dá.
Gosto de mim.
Quero-me sempre disposta a enfrentar a vida.
Vejo-me sempre a respeitar os outros.
Orgulho-me sempre do meu perdão.
Sinto-me sempre uma boa ouvinte.
Acredito em muita coisa.
Gosto de ouvir histórias religiosas, daquelas que contém peças que consigo encaixar no meu puzzle pessoal.
E sinto-me feliz assim.
Vejo e revejo inúmeros sentimentos em almas diferentes.
E sinto-me humanamente real.
Tive momentos, dias e anos dificeis de suportar e de superar.
Aprendi demasiadas formas independentes de me defender.
Aprendi mais tarde a deixar de precisar de as usas, e fui feliz.
Sempre tive muita gana pela vida, por mais madrasta que ela tenha sido para mim.
Tento ver em cada pedra no caminho, ou em cada pessoa que entra nele, um propósito.
Talvez seja isso ver para além de... qualquer coisa.
E vejo que saber viver não é contar as horas, é sim descobrir uma forma de melhorar... qualquer coisa., fosse por uma gargalhada, por um riso ou por um odor... como se a paga por sermos verdadeiramente humanos residisse na generosidade e no perdão...
Gosto de me sentir mulher, de amar e ser amada, de dar e receber.
Julgo que todos nós buscamos a felicidade por entre a dor do desamor, ou por entre o cansaço da rotina.
Mas dar tem sempre que ser o início e não o fim.
Voltei a escrever palavras soltas envoltas num coração aberto.
Parabéns "2 vezes", por trazeres de volta a Dianamãe, por marcares um recomeçar de trocas de experiências.
Quero-te sábio para me saberes ouvir e sadio para te contar sobre as minhas crias.
Voltei porque gosto de tocar o íntimo de quem vem até cá por bem, de quem um dia ou hoje se sente infeliz e sem sentido de orientação... embrenhados no fundo do poço.
Eu sou a prova que há sempre uma luz ao fundo do túnel... basta acreditar em nós mesmos.
Faz 2 anos que renasci!



