quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Último dia de 2008
domingo, 28 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
10 redondos anos
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
"Natalando"
domingo, 7 de dezembro de 2008
Natal em prendas

Não quero sair de casa para fazer as compras de Natal.
Cansei-me só de pensar na confusão.
Nestes últimos 3 dias gastei 205,32€ e tenho 27 prendas prontas, curto fazer os embrulhos e, até o papel de embrulho é comprado na papelaria à frente da minha casa... sem filas.
Aproveitei imensas promoções online e poupei o meu carrito, que também está a precisar de uma prenda do mesmo valor, mas...
Agora os culpados pelo conforto natalício:
O Jumbo (detesto... um episódio para esquecer... fica para outro post) e o Continente (meu querido Belmiro...) entregam-me as prendas em casa, pago pelo MB portátil.
A Wook pago antes por transferência e a Worten pago nos CTT, tenho que ir levantar aos Correios.
A La Redoute pago com vale CTT tenho que ir à 5àSec aqui perto (fora de centros comerciais).
Fixe, não é?
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Presos à vida
A "pancada" é minha.
No "meu tempo" eram poucos os carros que tinham cintos de segurança à trás, mas eu sempre tive a mania de me sentar direita, ciente dos perigos da estrada (estamos a falar de pensamentos de há 20 anos atrás, em que o trânsito nada tinha a ver com o de hoje em dia).
Hoje a estrada é uma selva.
Há condutores mais domésticos do que outros, mas... os acidentes acontecem, e atenção que há acidentes que acontecem sem que a gente tenha alguma coisa a ver com o assunto, somos é... levados na fila.
Por isso eu "trabalho" muito com o espelho retrovisor, e este já me safou de alguns sustos provocados por condutores traseiros distraídamente selvagens.
Cresci e sempre quis estar actualizada sobre a segurança infantil. As cadeiras de segurança automóvel para bebés e crianças sempre foram a minha prioridade.
Vejo, apalpo, viro, aperto, desaperto, até encontrar uma cadeira que satisfaça os meus critérios de avaliação, depois de ter passado pelos da UE.
Abomino quem não prende as crianças à vida, dentro de uma arma mortífera = automóvel.
Quem é que nos nosso tempos actuais, aqueles em que há carros e mais carros, filas para tudo, buzinadelas, apertões, asneiradas, distracções, etc., etc., etc, é capaz de transportar crianças sem cadeira própria, sem cintos de segurança e PIOR à solta no banco da frente?
Têm ideia do que é não se conseguir segurar a 20 km/ hora, perante uma travagem forçada?
Não? Então experimentem? A sério!
Fiquem sem cinto, felizes da vida (porque as crianças não têm noção do perigo, é por isso que os pais são sempre mais velhos do que os filhos), sim na vossa rua, onde dizem nunca nada acontece, sim nessa mesma rua, ohhhh um cão -- prego a fundo... ohhhh doeu?
Imagine uma criança com muito menos peso que você!
Há quem tape a inconciência e transporte crianças:
- com o cinto de segurança demasiado solto, onde o bebé facilmente tira o braço e é projectado tranquilamente contra o vidro do carro;
- no banco da frente com o cinto à frente da cara, onde facilmente lhe é cortada uma vista caso aconteça um embate ou uma travagem brusca de emergência;
- com o cinto de segurança do carro (3 pontos) perpendicular por baixo do braço, que a grande maioria das pessoa utiliza como seguro, acaba por esmagar o figado da criança (um orgão vital) no caso de uma travagem brusca ou embate;
http://www.apsi.org.pt/conteudo.php?mid=24101112
Numa emergência, quando tivermos mesmo que transportar uma criança no automóvel sem cadeira, deve-se colocar a crianças SEMPRE no banco traseiro, de preferência no lugar do meio, presa com o cinto justo (sem vincar). Aquele cinto de apenas 2 pontos de segurança.
NUNCA colocar o cinto de 3 pontos, ou seja o perpendicular a vincar a cara da criança, nem debaixo do braço!
Mais vale colocá-lo para trás das costas.
E relembro que estou apenas a falar de emergências, que podem acontecer.
Caso contrário transportar bebés ou crianças sempre em cadeiras apropriadas.
ATENÇÃO aos bebés até 18 meses, pois têm pouca destreza na força do pescoço.
Infelizmente sei de uma senhora, e vou contar este episódio, para que possa ajudar a actualizar mentalidades que um dia podemos ser os "outros", daquele ditado do "só acontece aos outros":
Uma mãe ía numa rua de pouquíssimo movimento, com o seu 2º filho de 18 meses preso na cadeirinha no banco de trás, tinha acabado de deixar o seu 1º filho com 5 anos na escolinha.
Um cão atravessou-se à frente do carro e ela teve que travar a fundo.
O carro desligou-se.
Ela saiu e foi ver se tinha atropelado o cão.
Felizmente não, ele corria no outro lado da rua.
Ela entra no carro.
Fala com o filho e olha para trás.
A criança estava com a cabeça pendurada.
Partiu o pescoço.
Morreu.
Assim... tão estupidamente com um segundo.
Por isto e por muitas mais histórias, por todas as mães que já perderam filhos nas estradas, vítimas de acidentes de viação - PRENDAM OS VOSSOS FILHOS À VIDA!
sábado, 29 de novembro de 2008
Cinema

É uma das minhas paixões.
Já tive alturas em que saía de uma sala e entrava na outra, a companhia não era importante, porque quando eu estou a ver um filme gosto de me abstrair.
Detesto ir ao cinema e ficar atrás.... terrível para quem quer apreciar a diferença entre ver um filme no cinema e em casa.
Fico passada com as conversas, os barulhos que se ouvem atrás e até no meio.
Por isso eu fico entre a 5ª e a 7ª fila.
Lembro-me da 1ª vez que fui ao cinema, fui ver a Branca de Neve e os 7 anões em Lisboa.
Outra sessão que me marcou, foi uma surpresa que o meu pai me fez, levando-me a ver o Jurassic Park (1) à sala 1 do São Jorge em Lisboa, magnífica sala, altamente inovadora para a altura.
A sala que me espantou recentemente, pela positiva claro, foi a Cinemax.
Muito idêntica à da foto, temos imenso espaço, estico as pernas e mesmo assim não toco na cabeçeira da cadeira da frente, sim porque esta sala nós ficamos com os pés na cabeça dos da frente.
Tem uma tela ENORME, um excelente som, óptima temperatura (não é aquele gelo das salas Lusomundo) e um sistema digital fantástico!
Entrei lá pela primeira vez quando fui ver pela 2ª vez o último filme dos "Ficheiros Secretos" (sim eu sou daquelas que é capaz de ir mais do que uma vez ver o mesmo filme ao cinema).
Ontem fomos os 4 ver o Madagáscar nessa sala, foi o primeiro filme em que o Afonso nem se mexeu da cadeira.
Por isso temos outro fã!
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Temperaturas cá por casa
Esta lareira já veio com a casa.
Serve para aquecer unica e exclusivamente a sala... ficamos todos com as bochechas rosadinha no Natal, saímos da sala petrificamos.
Gosto deste modelo com recuperador, dá a meu ver mais segurança.
Este aparelho a gás ajuda no aquecimento de toda a casa, move-se consideravelmente bem.
Foi a aquisição do ano passado (obrigada mãe).
Este com um calor mais forte, aquece bem e depressa.
Tem válvula de segurança.
Este aparelho mora na casa de banho - termoventilador. Fica tudo rápidamente quentinho para que as banhocas sejam mais prazeirosa. Uma engenhoca muito bem pensada, muito meu amigo.
Agora esta terá que ser a nossa nova aquisição.
Por isso senhor pai natal - eu e o pai cá de casa queremos um brinquedo destes, ok?
Obrigadinha :D
Se sou friorenta?
Sou, no Inverno.
Se sou encalorada?
Sou, no Verão.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Modernices

Num mês o miúdo que nunca tinha feito este tipo de trabalhos, consegue escrever o "a - e - i - o -u" e "1 -2 -3 -4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10".
Faz desenhos com nuvens azuis, sóis amarelos, flores com o pé verde e a flôr vermelha e amarela, faz pássaros, árvores, peixes, barcos e eu pasmada a ver e a orgulhar-me.
Pelas palavras desta nova ama ele não tarda sabe ler... ok... a ler? o meu bebé tem 4 anos certo? pois... parece-me que não tarda também este meu bebé está a ir para o 1º ano do ensino básico, "antiga" 1ª classe...
Não consigo deixar de me espantar ao ver a reacção do Afonso a esta mudança.
Ele que estranhava tudo, nesta ama ficou lindamente, já conta com quase 2 meses lá.
Adora o marido da ama, que lhe faz as vontadinhas todas: monta-lhe baloiços e leva-o a ver a cadelinha que ele adora.
Gosta da ama, mostra-me orgulhoso os trabalhos e aponta para aqueles que não estão tão perfeitos e diz "isto tá uma pôcaria!". Pede à ama trabalhos para trazer para casa e, mal chega a casa já sabe o que tem a fazer (nunca durante muito tempo), sempre muito responsável com o caderno dos trabalho que me obrigou a comprar.
O Rafael está bem na escola, sem Bons este ano, mas sem complicações algumas, precisa de aprender a estudar a escrever e tomar notas, ainda está muito naquela de estudar é só fazer trabalhos de casa.
Prometi-lhe uma boa festa de anos (à escolha dentro do orçamento) se ainda este período trouxer Bons nos testes.
Vamos ver se consegue fazer para merecer.
Estou apenas a cumprir o meu papel de educadora.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Apontamentos meus
Estou bem como estou, gosto muito do meu emprego, da responsabilidade, da movimentação, da confiança... gosto.
Esta fase de ser mãe de um rapaz com quase 10 anos e de um miudo de 4 anos, consegue-me preencher de tal forma que não tenho qualquer vontade ou necessidade de ter outro filho.
Já estive em uma ou duas situações onde não era suficientemente feliz com o meu trabalho, e quando a vontade de ter outro filho era quase uma necessidade física e emocional.
Ter 2 filhos prencheu-me bastante como mulher.
Tenho a meu lado um marido que me ama e que me faz sentir amada, que se esforça por melhorar, que é extremamente humano e verdadeiro, no qual tenho toda a confiança especialmente como amigo.
É preciso focar as pequenas coisas, detalhes quase minúsculos mas que preenchem o nosso dia-a-dia, para nos considerarmos felizes.
Suficientemente felizes para nos amarmos e deixarmos que nos amem, de coração aberto.
Sentir e ouvir são sentidos demasiado importantes para que deixemos de lhes dar ouvidos.
Se pensarmos bem, bem... a felicidade humana resume-se a sensações, merecedoras para qualquer pecador com a grande diferença na sua evolução interior, dependendo do seu grau de evolução é baseada a forma de se focar em si mesmo mais do que focar-se na vida alheia... é aqui que reside o segredo.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Ambição profissional
Não tenho dúvidas disso.
Por vezes no silêncio do fim do dia, quando estamos bastante acordados sentimos uma capacidade imensa de continuar.
Por mais frio que possa parecer, eu seria capaz de abdicar da lenga lenga do final do dia: jantar/ roupa/ mais roupa/ limpezas/ banhos rápidos, por umas horas extra no trabalho.
Tivesse eu alguém que me desse o apoio na casa e nos miudos.
Talvez se tudo isso se processasse assim eu conseguisse ter fins de semana em família descontraidamente, com mais tempo e cabeça para fazer pequenas coisas com os miudos, coisas essas que resumem a maternidade (deveres e direitos).
Provavelmente um dia.
Sou suficientemente ambiciosa na minha profissão para que um dia isso possa acontecer, não só para meu brio profissional como também para a minha qualidade de vida pessoal.
Em 2 anos consegui superar as minhas expectativas.
Dei um passo grande profissionalmente, aprendi muitas coisas, cresci na minha profissão e amadureci pessoalmente, mas principalmente acreditei em mim, na minha evolução.
Talvez para o ano quando completar 30 anos me sinta no meu auge, na minha melhor fase como pessoa. Acredito que sim.
Acredito que o acreditar é essencial.
Ter uma ambição saudável, saber ser paciente no local de trabalho, esperar pelo melhor momento para falarmos de algo que nos desagradou, são factores importante, nada de "pêlo nas ventas", nem de "sangue quente", para quê?
Como o outro diz - - - vale a pena pensar nisto
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Pequenos apartes
Afonso: "mãe hoje a Ia tava sentada na cadeira e caiu assim (faz os gestos) e foi p'óspitál"
Eu: "foi filho? e ela magoou-se?"
Afonso: "sim, foi p'óspitál!"
Rafael: "ela magoou-se onde, Afonso?"
Afonso: "no CHÃO!! oh!"

ah ah ah ah ah ah ah
(eu e o Rafael fartámo-nos de rir)
Rafael: "não Afonso, ONDE é que ela se magoou (e apontava) no braço, na perna..."
Afonso: "na cabeça, oh!"
Mas esta conversa com aquele ar que só o Afonso consegue fazer... é demais!
É mesmo uma lufada de ar fresco ao fim de um dia de trabalho.
A lingua portuguesa é muuuito traiçoeira!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Opiniões

Já tinha tido uma boa experiência com o pessoal médico brasileiro e optei por contactar um neurologista.
Os médicos brasileiros são mais pessoais, sem narizes empinados nem manias do estatuto da nomenclatura, aprendem a ser médicos reais, repeitando e sabendo ouvir todo e qualquer paciente, é uma forma de exercer medicina que a mim me fascina.
"Prezada Diana,
Com o passado de provável teníase na infância, passo a considerar como bem real a hipótese de que tenhas cisticercose, na forma racemosa, comprometendo a área de linguagem.
Seriam as tais lesões císticas detectadas pelos métodos de imagem.
E recordo que elas estão situadas bem próximas a ela e desta maneira seriam responsáveis por provocarem atividade elétrica aberrante e em consequência sua disfunção temporária na fala. Assim, gostaria de lhe recomendar, e fortemente, uma análise do líquido céfalo-raquidiano para que se confirme/descarte esta possibilidade que agora passa a ser a número UM.
Caso confirme-se este diagnóstico, rogo manter a calma, pois ela tem bom tratamento/prognóstico.
Fico contente por teres me enviado a informação mais importante para um raciocínio médico, detalhes da sua história.
Um abraço e boa sorte.
P.S.: 1.Na eventualidade de novas mensagens, solicito acessar a sessão fórum da página pessoal; assim, seria facilitada minha comunicação contigo.
PS:2. Tenho que admitir, sem qualquer orgulho pátrio ou menosprezo ao seu país, que seu caso seria mais facilmente diagnosticado e resolvido caso morasses no Brasil. Soa irônico isso, mas é a mais pura verdade.
Meus colegas portugueses deveriam raciocinar ao estilo SS (=Sofisticadamente Simples)...seriam bem mais eficientes na arte da curandeiragem.
Ressalto, para mim, "curandeiro" é um título nobre que somente aplico aqueles realmente Médicos."
Confesso que adorei o termo "SS", muito bem enquadrado.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Sangue frio
Fui chamada pelo professor que queria a minha opinião.
Fui lá.
Estava com um galo na nuca do lado direito um bocadinho feio.
Tinha sangue, alguma pele arranhada e um pedaçinho levantada.
Não me pareceu nada profundo, nem ao professor nem à auxiliar.
De roda já estava a ficar uma auréola arroxeada.
Fiz-lhe uma perguntas para testar a memória, olhei-o estava perfeitamente normal, um pouco assustado especialmente quando lhe falaram em Hospital.
O teste básico de tocar no nariz, fazer o quatro (que eu fiz bem quando tive o meu traumatismo), tudo estava bem.
Eram 11h00.
Pedi-lhe para almoçar na escola e se ficasse mal disposto ir para o Hospital, disse-lhe que se ficasse com muita dor de cabeça na parte de trás ou à volta dos olhos, avisasse logo o professor ou a auxiliar, que estavam presentes.
O pai ficou um bocadinho aflito foi buscá-lo às 15h00 e levou ao Hospital por descargo de consciência, e porque a ferida estava sempre um pouco ensaguentada.
Aguarda pela pequena cirurgia para lhe porem um spray na ferida."
Resultado - Cabeça Partida:
22h35 - Então parece que a vontade do pai cá de casa em ir com o miudo ao Hospital acabou por ser incentivada por um telefonema da escola do miudo (tinha-lhes dito que o pai estava de férias), a dizer que aquilo estava cada vez mais com mau aspecto.
No Hospital a primeira médica que o viu disse que era pouca coisa e após perguntas da praxe, encaminhou-o para a pequena cirurgia para pôr o tal do spray.
Mas as coisas apresentaram-se mais feias, quando o segundo médico limpou e viu melhor, por isso acabou por levar 1 ponto.
Pai e cria estão bem, tendo em conta que o pai não pode ver agulhas aguentou-se muito bem e não desmaiou, o pequeno de 9 anos depois do seu melodramatismo inicial conseguiu deitar-se sem que ninguém estivesse em cima dele :D e recebeu os parabéns do médico por se ter portado tão bem!
4 horas dentro do Hospital... parece que hoje era o dia das cabeças partidas
Para a semana vai tirar o ponto, até lá não lavar a cabeça (!?), credo!
Agora está com um spray tipo cola/ penso que empasta o cabelo todo...
Não se queixa muito.
Tadinho do meu piqueno... aos 4 anos abriu o sobrolho na pré, e aos 9 uma cabeça partida... e eu que sempre me pude "gabar" de nunca ter sido cosida até há 6 meses atrás e nos partos pouca coisa.
Acabei por descobrir que o miudo achava que partir a cabeça era um bocado para cada lado (????)
PATARECO!! eheheheh
"ó mãe tira fotografias que é para eu depois ver, tá bem?"
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Começa o frio...

Começo eu a coçar-me!
Tenho um terrível prurido:
- nas mãos (articulações, polegar, costas da mão)
- nos joelhos (dos lados, mais acima nas coxas)
- nos pés (dedos, "joanete", planta do pé)
grrrrrrrrrrrrrrrr
É um quanto mais coço mais vontade tenho de coçar, depois fica super vermelho e incha (foto para comprovar).
Mas depois de aquecer... passa.
Fixe n'é?!
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Sabes, filho...
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Estimação
(ver as miniaturas lá ao fundo do aquário)
Há cerca de 1 mês a tia avó E. deu 3 peixinhos aos meninos cá de casa.
Então vamos às apresentações:
O Nani é o peixinho do Afonso, é o mais crescido, mais laranja e anafadinho.
A Lili é a minha peix(a), é uma g'anda maluca, gosta de dar mini pulinhos (sai ao pai dela que saltou aquário fora ao ver-se pai de tantos filhos :D).
A Rosinha é a do Rafael, é meia arisca, gosta de dar mordidelas e de sacudir a comida (deve pensar que é um cão).

Em solidariedade para com as famílias que perderam filhos durante a gestação. Associação Artémis
domingo, 12 de outubro de 2008
Intimidades
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Diferenças maternais
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Primeiro dia
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Mãe profissional
Consegui!
É o recomeçar numa nova empresa, funcionalidades novas entregues à minha experiência nesta profissão.
Um novo desafio é assim que vou encarar esta fase da minha vida.
Vai exigir uma mudança principalmente na vida escolar do meu Afonso. E ele não é fácil a aceitar mudanças, seja de pessoas novas na sua vida, seja de espaços.
Já lhe expliquei que a mãe acabou as "férias" e que tem que ir trabalhar num trabalho novo, onde vai ganhar dinheiro para comprar comida e para podermos ir ao Mac (tenho que adaptar a realidade adulta à sua idade).
Com a ama dele a dar um novo rumo profissional à vida dela, a minha sobre umas grandes alterações, e tenho precisamente 2 dias úteis para resolver a situação de uma escolinha para o Afonso.
Ou seja, ainda não posso respirar de alívio por ter encontrado um emprego "à minha medida" em apenas 46 dias de desemprego.
Este ano lectivo do Rafael vai obrigar a uma atenção especial da minha parte.
Ele tem uma turma mista, com alunos repetentes do 3º ano.
O professor escolheu 9 dos melhores alunos dele e juntou-os aos mais atrasados do ano passado.
No início assustou-me, mas confio naquele professor, claro que como humana sei que ele não vai conseguir desdobrar-se a 100% para cada ano lectivo que está dentro de uma única sala de aula, por isso, tenho que me aplicar eu nos TPC junto com o meu Rafael.
O Rafael está ciente que este último ano do ensino básico tem que ser agarrado desde o primeiro dia de aulas, e que para o ajudar estou cá eu, mesmo que o professor faça a correcção dos trabalhos de casa, mais vale ele levar os trabalhos já certos do que corrigi-los à pressa na sala de aula.
Este ano somos uma equipa, ele relembra-me a matéria e eu ajudo-o nas dúvidas que ele possa ter, ou até a ajudá-lo a encontrar formas práticas de aprender.
Por isso este ano avizinha-se exigente para mim, serão 6 meses para provar o meu profissionalismo, uns 3 meses para o Afonso se ambientar a uma nova escolinha, e 9 meses de matéria do 4º ano.
Nada mau?!
Mas como já disse antes, eu vou conseguir, ai vou VOU!
domingo, 28 de setembro de 2008
Emoções
Adoro sentir.
Emociono-me com alguma facilidade quando estou entregue ao que vejo ou ao que ouço.
Seja quando ouço um artista a cantar e que é aplaudido exaustivamente, sentir aquela felicidade natural e sincera de reconhecimento versus árduo trabalho...
Seja quando vou a uma peça de teatro em que há actores merecedores de mérito e que no final da peça são atingidos pelos insurdecedores aplausos mantidos de pé pelos espectactores...
Seja no cinema, como me aconteceu ontem, em que chorei em dois especiais momentos do filme (Mama Mia), num que me tocou como mãe (e este é sem sombra de dúvidas o meu "calcanhar de Aquiles") e noutro que me tocou pela entrega da actriz à canção e à representação. Ri da simplicidade da história envolta num misto de sentimentos de saudade e cumplicidade.
Sou capaz de chorar ao ouvir histórias na TV, imagino aquela dor, aquela vida... tenho imensa facilidade em entrar na personagem.
Não consigo ver ou ouvir sem tentar perceber ou sentir.
Sem julgamentos.
Emociono-me pela simples beleza do sentir ou pela pureza do verdadeiro sentimento... aquele que causa um arrepio na pele, um aperto na barriga, um nó na garganta e lágrimas que rolam no rosto e lavam o sorriso esmagador nos lábios.
Sentir as emoções alheias é saber ouvir dando o nosso tempo à outra pessoa, é dar sem intenção de receber... e é das melhores coisas da vida.
A capacidade de parar para sentir o que o outro sente... é um dom, só pode ser!
Ter a riqueza de não pensar só no interesse próprio concerteza que será obra do bem.
Aprender a controlar as emoções é uma exigência normal da convivência em sociedade.
Saber aprender com os sentimentos dos outros é uma mais valia para essa convivência.
O que seríamos nós sem emoções?
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Subsídios injustos
Se tenho um escalão entre a "pobreza" e a "riqueza" que já não me dá quaisquer ajudas escolares para os meus filhos, e se nem com a carta que comprova que estou desempregada o SASE da escola pública aceita rever o meu caso... então é normal que me sinta injustiçada com os "imigrantes," os "ciganos" e as "porcas"...
Sim, são aqueles que detém a grande (se não totalidade) dos subsídios de apoio, muitos nem sei o nome, mas as pessoas que desse escalão fazem parte sabem-nos na ponta de lingua.
Subsídios que me transformam... subsídios que fazem com que sinta discriminação no meu próprio país, país esse que adora bajular e fazer-se de "bem" para o estrangeiro, país esse que esconde os direitos das crianças ao tornar cara a educação no nosso país...
País esse que tenta a todo o custo manter vivos os dependentes de subsídios.
Todos os subsídios deveriam ser temporários, justos e verdadeiros.
Deveria existir pessoal do Estado a investigar cada caso, não só pelo papel (porque há gente a declarar no IRS coisas inconcebíveis), mas indo ver as casas, os carros e todos os bens superflúos. Deveriam balancear tudo e todos, os que nada têm, os que batalham diáriamente para terem, os que usam os filhos para viverem de subsídios, e os que educam os filhos para serem homens respeitadores e justos.
Ver estas injustiças, viver estas injustiças fazem-me ver sentimentos comuns a todo o mortal mas que só os conseguimos sentir quando somos postos à prova perante uma realidade dura de suportar.
Somos todos diferentes sim, mas há que educar para o melhor não para o pior (dando como exemplo engravidar cedo, ter pelo menos 4 filhos, trazê-los de arrasto, utilizá-los para pedinchar e rir na cara de todos os enganados que todos os dias se levantam para trabalhar, pagam as suas contas e se entristecem por não poder custear mais um descendente).
Os imigrantes (pretos, loiros, morenos ou brancos) são ajudados porque entram no nosso país para trabalhar naquilo que os portugueses não querem (dizem... não me parece que seja assim, posso nomear inúmeros locais em que é super dificil entrar como funcionária e vemos sotaques a trabalhar por lá... pois) e enriquecer o nosso país (que bela descrição técnica), quando já cá estão legalizados e têm filhos cá, é-lhes entregue um subsídio bonzinho porque como declararam muito pouco é-lhe atribuído o escalão mínimo (não que eles só tenham recebido aquilo, lembremo-nos das empregadas domésticas que não apresentam o que ganham no IRS), têm todo o material escolar pago, alimentação a custo zero e subsídio de transporte. Quem tem filhos nos seus países de origem pode trazê-los para cá, que o estado custeia, até a viagem se se souberem "mexer" bem com a burocracia. Depois passam a ter vários filhos, porque estas mulheres fecham os olhos às pilulas e preservativos entregues gratuitamente nos centros de saúde, e porque sejamos sinceros, ter filhos mantém-os no fantasiado escalão de miséria e com boas quantias depositadas pelo Estado mensalmente nas suas contas. E o futuro destas crianças será qual? umas salvam-se da "hereditariedade" outros copiam os seu modelos... mas mudar para quê?
Os ciganos vivem num mundo à parte e sempre o fizeram. O Estado fecha os olhos e deixa-os roubar electricidade, água, finge que não ver os LCD nas barracas ou os BMW estacionados à porta da barraca. Imaginem qual o escalão desta gente? pois está claro...
As porcas, são uma designação minha. Ou seja são as belas das portuguesas e portugueses que vivem na miséria básicamente porque querem, porque gostam! são mulheres e homens que tiveram traumas nas suas infância e que não os souberam ultrapassar. Vivem rodeados de filharada suficiente para os manter no escalão da miséria. Não procuram melhorar as suas vidas, não se entregam a um emprego melhor, não anseiam objectivos nas suas vidas, tem pouca ou nenhuma higiéne alegando falta de dinheiro. Vivem porcas porque desta forma têm não só as escolas dos filhos paga, como também sacos de alimentos das Instituições para o efeito. Muitas destas mulheres (novas) sofrem violência doméstica, ensinam às filhas como se deve esconder e respeitar os maridos, têm medo de mudar e falta de coragem para se amarem...
Os subsídios de miséria deveriam ser dados pelo nosso Estado com data limite, como provisório, como ajuda para melhorar o nível de vida destas pessoas.
Lembremos-nos dos homens que vivem nos cafés (tabernas) o dia todo (ou a tarde toda) a beber vinho, digestivos ou cervejas, sempre acompanhados do seu tabaco viciante... mensalmente deverão custear a sua miséria com uns bons 200€.
200€ é aquilo que eu estou a mendigar para deixar de pagar mensalmente, se o meu filho de 4 anos entrasse para o pré escolar público, porque quero trabalhar agora! e não quando o meu subsídio de desemprego terminar.
Não peço subsídios, peço uma vaga para poder continuar a batalhar por uma vida melhor, um futuro melhor para os meus filhos, para criar e educar 2 homens que enriquecerão este meu país tão cheio de injustiças e falsas verdades...
Desgraçados dos nossos velhos... um dia também serei um deles...
Não sou racista nem xenófoba.
Sou uma portuguesa (como tantas outras) vítima de discriminação, simplesmente por ser portuguesa, branca e querer trabalhar tendo como ordenado mais do que o vencimento mínimo nacional.
Mas eu vou dar a volta por cima, ai vou VOU!
E já agora... obrigada Estado Português por me dar o subsídio mínimo de desemprego para poder dar de comer aos meus filhos, depois de ter levado uma rasteira dos meus patrões e enquanto procuro um novo emprego.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Hospitalizando os pensamentos

quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Renascer
Basta-me dizer que será um início do meu segundo blog.
Finalizado o "Para Os Meus Amores", nasce o "2 vezes".
O "2 vezes" é tudo o que na minha vida passou a ser mais do que um.
Seja a forma de pensar, repensando.
Seja a forma de amar, amando.
Tudo mais do que uma vez.
É bom chegar a um patamar de experiência de vida em que nos sentimos crescidos, mesmo que nos lembremos constantemente das crianças que fomos.
Ter um objectivo de vida íntimo e pessoal.
Saber para onde ir, conduzir um barco, gerir uma casa.
Maturidade é algo que cresce e se transforma diáriamente.
Gosto de me olhar e ver-me criança, gosto de me ver e sentir-me adulta.
O balancear da situação é o prazer que a vida me dá.
Gosto de mim.
Quero-me sempre disposta a enfrentar a vida.
Vejo-me sempre a respeitar os outros.
Orgulho-me sempre do meu perdão.
Sinto-me sempre uma boa ouvinte.
Acredito em muita coisa.
Gosto de ouvir histórias religiosas, daquelas que contém peças que consigo encaixar no meu puzzle pessoal.
E sinto-me feliz assim.
Vejo e revejo inúmeros sentimentos em almas diferentes.
E sinto-me humanamente real.
Tive momentos, dias e anos dificeis de suportar e de superar.
Aprendi demasiadas formas independentes de me defender.
Aprendi mais tarde a deixar de precisar de as usas, e fui feliz.
Sempre tive muita gana pela vida, por mais madrasta que ela tenha sido para mim.
Tento ver em cada pedra no caminho, ou em cada pessoa que entra nele, um propósito.
Talvez seja isso ver para além de... qualquer coisa.
E vejo que saber viver não é contar as horas, é sim descobrir uma forma de melhorar... qualquer coisa., fosse por uma gargalhada, por um riso ou por um odor... como se a paga por sermos verdadeiramente humanos residisse na generosidade e no perdão...
Gosto de me sentir mulher, de amar e ser amada, de dar e receber.
Julgo que todos nós buscamos a felicidade por entre a dor do desamor, ou por entre o cansaço da rotina.
Mas dar tem sempre que ser o início e não o fim.
Voltei a escrever palavras soltas envoltas num coração aberto.
Parabéns "2 vezes", por trazeres de volta a Dianamãe, por marcares um recomeçar de trocas de experiências.
Quero-te sábio para me saberes ouvir e sadio para te contar sobre as minhas crias.
Voltei porque gosto de tocar o íntimo de quem vem até cá por bem, de quem um dia ou hoje se sente infeliz e sem sentido de orientação... embrenhados no fundo do poço.
Eu sou a prova que há sempre uma luz ao fundo do túnel... basta acreditar em nós mesmos.
Faz 2 anos que renasci!